VAMOS FAZER A “PRIMAVERA RESPEITO ÀS DIVERSIDADES”!!!

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A primavera é o momento de florescimento e início da reprodução das plantas. Por que não, do florescimento de um mundo sem preconceito? Por que não da reprodução de atitudes contra todas as discriminações? Infelizmente, parece que estamos andando na contramão em relação à quebra dos preconceitos. Pelas atitudes dos que detém o poder, em relação à identidade de gênero, opção sexual, violência contra a mulher, racismo, discriminação de gêneros, e tanta outras, o que podemos esperar? Sou a favor de movimentos pacifistas. Sou contra qualquer tipo de guerra. Mas sou plenamente favorável à reação da massa pelo direito de existir, de respeito a sua individualidade em toda sua diversidade. A palavra passividade significa característica de algo ou alguém que não toma iniciativa, não age ativamente e, tende a obedecer sem reagir. A passividade fortalece os preconceituosos que assim, se sentem poderosos e donos da verdade absoluta.

Vamos lembrar aqui, que a história nos mostra momentos de grandes mudanças ou pelo menos tentativas, que ocorreram nessa estação do ano. A Primavera dos Povos  – uma série de movimentos revolucionários de cunho liberal que ocorreram por toda a Europa durante o ano de 1848. A Primavera de Praga, em 1968, quando  Alexander Dubcek, pretendeu dar uma “face mais humana” para o socialismo, com uma série de reformas que ampliavam os direitos civis e as liberdades individuais.A Primavera Árabe, em 2011, uma onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governantes do mundo árabe devido as péssimas condições de vida da população decorrente, principalmente da altíssima  concentração de renda na elite daqueles países. Os motivos variaram um pouco, mas sempre tinham como base a restauração da dignidade do povo, o reconhecimento do cidadão comum como ser pensante, protagonista e não, coadjuvante e, melhores condições para a população. Como ter dignidade sendo isolado por uma sociedade ainda preconceituosa? Como ser reconhecido como ser pensante numa sociedade que avalia as pessoas por padrões discriminatórios? Como ter um protagonismo numa sociedade que mede as pessoas por padrões que excluem ao invés de incluir? Como ser feliz tendo que se sujeitar a um “apartheid “social, de gênero, de raça e outros mais? Acredito sim, que podemos mudar isso, com um movimento pacifista, começando na família, amigos, exigindo da mídia, das empresas e das autoridades respeito de verdade – e não demagogo – às diversidades.  Que tal uma “Primavera Respeito às Diversidades”?

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