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BULLYING É UM GATILHO?

Você já sofreu  algum tipo de bullying?  Já sentiu na pele o que é ser vítima de um(a) bully? Quais os motivos e as possíveis consequências do bullying? Quantos casos de  suicídios e assassinatos  de meninas e meninos, motivados e/ou incentivados pelo bullying  já vimos no noticiário? Eu sofri bullying na escola – é horrível. Para mim funcionou como impulso para estudar e atingir objetivos profissionais. Claro que ainda me dói lembrar de alguns fatos. Mas toquei a vida, persegui meus sonhos. Entretanto nem todos conseguem fazer do “limão, uma limonada”.  “Ele sofria bullying, o pessoal chamava ele de fedorento pois não usava desodorante. No intervalo da aula, ele sacou a arma da mochila e começou a atirar. Ele não escolheu alvo. Aí todo mundo saiu correndo”. Esse é o relato de um aluno da turma do  adolescente de 14 anos suspeito de matar dois estudantes e ferir outros quatro, na sala de aula de uma escola particular em Goiânia. O bullying justifica? Não. Claro que não. Mas, ele pode funcionar como um gatilho para atitudes violentas.

O bullying é um termo que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, sem motivação evidente, exercidas por um ou mais indivíduos, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender. É realizado dentro de uma relação desigual de forças ou poder. E, infelizmente é incentivado por um grupo que “endeusa” o “bully”(valentão ou valentona que pratica o bullying), curte, ri e incentiva enquanto plateia. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência. A justificativa  é sempre alguma característica física, psicológica ou social que acaba gerando apelidos pejorativos criados para humilhar a vítima e fragilizá-la. As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio ou assassinato de pessoas que lembrem de alguma forma aqueles que praticaram o bullying. Pode ocorre em casa, na escola, na vizinhança,no trabalho, na faculdade,  enfim, em qualquer lugar e, em qualquer idade, por qualquer motivo. 

Como combater o bullying? Abrindo os olhos, a boca e os ouvidos! Sim. Observando qualquer sinal de comportamento diferente na criança/adolescente/adulto; conversando sobre as questões que podem estar gerando esse comportamento, dando oportunidade de que seja relatado o bullying e finalmente, ouvindo com muita atenção os relatos e dando credibilidade à vítima. Bullying não é besteira, não é “invenção dos tempos modernos”, como já ouvi. Ele pode ser um gatilho. É sério e deve ser tratado com seriedade. Se você sofreu algum tipo de bullying ou tem alguma sugestão a respeito, compartilhe com a gente. JUNTAS SOMO MUITO MAIS FORTES!

Fontes:

https://g1.globo.com/goias/noticia/adolescente-suspeito-de-matar-a-tiros-dois-colegas-sofria-bullying-diz-estudante.ghtml

htmlhttps://www.terra.com.br/noticias/dino/bullying-causa-consequencia-e-possiveis-solucoes,82179e49bedfcbf0ca47022846428b91vsa8rjiv.html

http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm

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