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VAMOS SALTAR DE PARAQUEDAS?

Quantas vezes você já pensou em fazer algo, e não fez por medo? Mudar de profissão, praticar um esporte, mudar seu estilo de vida, chutar para o alto um relacionamento que não te faz feliz, voltar a estudar e tantas outras coisas? O medo ajuda a pensarmos duas vezes. Mas também pode atrapalhar, e muito! Como saber o momento certo de “saltar de paraquedas”, sair da mesmice e se reinventar? Não existe uma “receita de bolo” para isso. Só você pode saber a hora de iniciar a mudança, suas razões e riscos. O grande problema é que a maioria das pessoas valoriza mais os riscos que as vantagens. Não falta gente carregando um caminhão de areia para impedir você de realizar seus sonhos, não é? “Você já não tem idade para isso”; “Você vai arriscar tudo o que já conquistou?”; “Você já pensou bem a respeito?”. Essas e tantas outras perguntas que ouvimos quando nos propomos a mudar o rumo de nossa vida só fazem aumentar o medo. Nada na vida tem “certificado de garantia”. Trabalhei durante 18 anos na área financeira, onde fiz carreira, e tinha um ótimo salário. Até que comecei a perder o prazer no trabalho. Aos poucos aquilo foi me estressando. Não vivia, sobrevivia. “Chutei o balde”. Montei  um negócio próprio na área de educação. Deu certo, e me fez descobrir uma vocação naquela área, não como administradora, mas como professora. Que fiz eu? Encarei uma nova faculdade, vendi o negócio, fiz concursos. E hoje… estou professora. Repararam que disse estou e não sou? Porque nada na vida é definitivo. Nem a própria vida! Amanhã? Não sei onde estarei. Mas com certeza brigando por fazer algo que me realize. Ah, sim. Já saltei de parapente e amei!

Tudo na vida, tem 50% de chance de dar certo e os mesmos 50% de dar errado. Nada é garantido, é tudo um risco. Mas viver já não é um risco constante? O maior risco é viver uma vida que não queremos. E passar eternamente pensando nos “se”. E se eu tivesse feito? Se eu tivesse arriscado?

E vale lembrar: “cada minuto é um milagre, que não se repete jamais!”

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